Dia a dia

De La Paz a Uyuni em 10h

22 de June de 2013
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Hoje era preciso arrumar o carro, não conseguimos arrumar ontem pois o estacionamento fechou antes da nossa volta de Tiwanaku para a cidade. Acordamos cedo e 8h em ponto estávamos no portão do estacionamento. Guardamos a primeira leva de coisas, tentamos ligar o carro, e nada. Muito frio, ele não pegou. Era preciso esperar o dia aquecer mais, então voltamos ao Hostal República, tomamos nosso café da manhã com calma e aproveitei para ligar para meus pais.

Saímos do Hostal às 10:30, e partimos em busca por gasolina, estávamos com o tanque bem baixo e com aquelas subidas bem inclinadas o TDI acaba sofrendo um pouco e consumindo mais. Depois de rodar um pouco, paramos em um posto, que por sorte estava vazio de clientes e de exército. Digo por sorte porque o cara do posto concordou em colocar 300 bs (próximo a R$100,00), um pouco mais de 80L direto no tanque, ou seja, abasteceríamos com preço boliviano, sem fazer uso do galão. O TDI e nós ficamos mais que felizes, e a gorjeta de 30 bs que o frentista pediu saiu quase de graça para nós. Antes de sair do posto ainda demos um chaveirinho do Brasil, o sorriso que ele deu foi maior do que receber os 30bs.

A estrada de La Paz a Oruru é asfaltada e tem boas condições, o governo está trabalhando na duplicação da mesma, e em breve será um caminho bem mais tranquilo. Aproveitamos a cidade para comprar algumas coisas para comer no caminho, já que decidimos ir direto para Uyuni.

Quando vimos que faltavam apenas uns 170km, ou seja, umas 2h até lá… tcharan! Estrada de terra a nossa frente, e a placa dizia: Uyuni 164km. Dai em diante foram mais de 4h de estrada. Chegamos na cidade às 20:30.

A cidade não é grande, quer dizer, é bem pequena e não foi difícil encontrar um local para dormir e, por sorte, guardar o carro. O Hi Hostel de Uyuni foi nossa primeira opção, mas como não tinha wifi foi rapidamente descartado. No quarteirão da frente encontramos o nosso hostel, o Kory Wasy. Pagamos 55 bs no quarto matrimonial e mais 10bs para guardar o carro no estacionamento deles, que ficava a uns 4 quarteirões.

Já acomodados e com os familiares avisados da nossa chegada, saímos para comer. A cidade já estava quase deserta, e na mesma rua encontramos um restaurante, o Wiphala, o pedido não foi difícil de escolher, comemos pizza acompanhada de cerveja, uma Potosi.

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