Dia a dia

Conhecendo mais a história do planeta

23 de September de 2013
miniaturaglaciarium

Acordamos na primeira noite no I Keu Ken e ao sair do quarto rumo ao café da manhã vimos um dos pontos altos do hostel, a linda vista que tem do Lago Argentino e toda El Calafate. Após o café da manhã voltamos ao trabalho no blog e nos posts atrasados, além das lindas fotos do final de semana na Estância Santa Teresita.

Já passando o meio dia, o pessoal do hostel nos falaram do jantar que fariam naquela noite. Um asado, com tudo incluso, logo aceitamos. Pouco depois das 15h nos arrumamos para ir ao Glaciarium, museu de gelo e glaciares patagônico. Para quem quiser saber e conhecer mais sobre como se deu a formação do nosso planeta como nós conhecemos, eis o lugar. Vale muito a pena. 

É incrível como muito da paisagem na região patagônica pode ser explicado só imaginando que tudo aquilo já foram glaciares, é de ficar perplexo. Pois quando estivemos no glaciar Perito Moreno já tínhamos achado incrível e enorme, só de pensar que os atuais vales da região eram – durante as diversas “eras do gelo” – geleiras. Para mim é só mais uma mostra do nada que somos e me faz questionar se o tal aquecimento global é culpa nossa.

Panorâmica

Vista panorâmica do vale próximo a cidade de El Calafate.

O Glaciarium é melhor definido como centro de interpretação do que museu, pois além de mostrar as diversas explorações na região, como enormes travessias pelos campos de gelo norte e sul (ambos no Chile), também explica como as geleiras se formam, do que uma geleira é composto, a diferença de neve e gelo – e suas inúmeras fases de transformação, e muitas imagens e vídeos sobre a formação dos planetas e onde mais há geleiras no mundo. A grande maioria das geleiras ficam nos extremos do planeta, mais precisamente entre a latitude 0° e 35°. Mas devido as grandes altitudes o gelo não se concentra somente aí, por toda cordilheira dos Andes e Himalaia, além das montanhas mais altas da África e Europa, é possível encontrar.

Glaciarium

Foto cedida por Glaciarium

Após passar por tudo isso e maravilhados (o timelapse da ponte de gelo que havia no Glaciar Perito Moreno é espetacular, dá vontade de ficar assistindo repetidas vezes), o fim do passeio chegava e após chamadas para ver alguns vídeos (inclusive em 3D) chegamos aos últimos trechos, primeiramente a parte sobre o Perito Moreno – a pessoa – grande defensor da região e também “protetor” da fronteira com o Chile, mas que nunca chegou a ver o glaciar que leva seu nome e por último uma pequena exibição de como seria o planeta com mais fome, miséria e outros “efeitos” do aquecimento global.

Glaciarium

Foto cedida por Glaciarium

O passeio pelo museu é altamente recomendável, com textos e guia em inglês e espanhol, ainda é possível visitar o bar de gelo, só pode ficar 25 minutos lá dentro, mas como nós tínhamos um churrasco no I Keu Ken e que já estava para começar então fomos embora e deixamos o bar para uma outra oportunidade.

O assado no I Keu Ken foi muito bom e era bem completo com todo tipo de carne – mesmo assim nada comparado com o jeito brasileiro. Haviam pessoas do mundo todo e a animação rolou até de madrugada. A troca cultural nesses eventos é sem igual e não tem preço.

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