Dia a dia

Chegando em Catas Altas, Caminho dos Diamantes

17 de August de 2014
miniatura Catas Altas

A pequena cidade de Catas Altas, localizada a 130km de Belo Horizonte, com seus 5.000 mil habitantes nos recebeu muito bem, povo simples e de olhar curioso quando chegamos e fomos até a praça da cidade, ver a igreja e conhecer um pouco da região. As ruas ainda de pedras, no estilo Pé de Moleque, deixa evidente a história deste lugar. Adoramos passar por aqui.

Assim que chegamos na Pousada e Ecocentro Escarpas do Caraça, que fica afastada poucos quilômetros da cidade, nos deparamos com a grande cadeia de montanhas, e detalhe, era de frente para o nosso quarto! Foi maravilhoso acordar 3 dias de frente para a natureza, onde impera o silêncio, que às vezes é quebrado pelos sons dos pássaros e de um galo cantando.

Entrada do Ecocentro Escarpas do Caraça

Entrada do Ecocentro Escarpas do Caraça

Umas das vistas do nosso quarto

Umas das vistas do nosso quarto

Piscinas com uma vista linda da Serra do Caraça

Piscinas com uma vista linda da Serra do Caraça

Vista do Ecocentro

Vista de um mirante, Ecocentro Escarpas do Caraça

A parte mais triste da região é a por parte da empresa VALE, pois é, ela esta destruindo aos poucos a mata que tem por ali em busca de dinheiro – já que é isso que toda aquele material vai se transformar. Na estrada, quando estávamos a caminho daqui é possível ver o tamanho do buraco que esta ficando, quando o versa perde espaço e parece inútil dentar ir contra esse sistema.

O Alaahoua, um francês que vive no Brasil a quase 30 anos, é o dono do Ecocentro Escarpas do Caraça, infelizmente ele estava em viagem e não pudemos conhecê-lo. Ele realiza um trabalho interessante com relação ao desenvolvimento do turismo sustentável da região e assim suprir a ausência do governo neste sentido, e para isso foi criada a Associação Empresarial do Turismo da Região da Serra do Caraça (ASSETUR-Caraça).

Dos 3 dias que ficamos na cidade um foi todo curtindo a pousada e suas dependências, o café da manhã é simples, mas tem sucos naturais, frutas – que delícia de mamão -, café, leite, bolinho e um pão fresquinho :D. Na pousada eles não servem refeições, mas na cidade não é difícil encontrar um lugar para comer só é preciso se atentar aos horários e dias da semana. Por exemplo, de domingo só encontramos uma padaria aberta e no almoço durante a semana assim que saímos do restaurante (14:30) ele fechou as portas. Por pouco não ficamos sem almoçar, falta de costume de viver em cidade pequena.

Nossa passagem por aqui foi ótima, certamente um lugar para voltar mais vezes!

EmpresAmigaPara viver a experiência citada acima contamos com o apoio de uma Empresa Amiga, clique aqui para conhecer todas as empresas que de alguma forma nos ajudaram (alimentação, turismo e/ou hospedagem).

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