Dia a dia

Cachoeira do Tabuleiro, MG

25 de August de 2014
Capa Cachoeira do Tabuleiro

Deixamos a Serra do Cipó com o objetivo de conhecer a maior cachoeira de Minas Gerais, a Cachoeira do Tabuleiro. Sabíamos que a queda d’água estaria fraca, por conta do período de seca, mas mesmo assim acreditávamos que valeria a pena, já que são 273m de altura, e só por isso já impressiona.

Antes de chegar em Tabuleiro passamos uma noite da cidade de Conceição do Mato Dentro, conseguimos uma parceria com uma hospedagem, a Pousada Chácara Santa Inês, com uma estrutura que precisaria mais de uma noite para aproveitar, infelizmente só desfrutamos do café da manhã. Delícia!

A viagem até Tabuleiro, distrito de Conceição do Mato Dentro, foi rápida, são apenas 19km. Saímos sem presso da Pousada e seguimos por estrada de chão. Dá-lhe poeira! Fomos direto para a portaria do Parque Municipal Ribeirão do Campo, a entrada custou R$ 10,00 por pessoa. O parque está aberto das 7h às 16, mas a entrada pode não ser autorizada, tudo depende das condições climáticas. Não sabíamos, mas há um limite de visitantes por dia e este número não pode ultrapassar os 200.

É possível fazer duas trilhas para admirar a cachoeira, uma por cima (que precisa de acompanhamento de guia) e por baixo (não necessário guia). Fomos sem guia fazer a trilha por baixo, até o poço são 2.5Km. Foi uma trilha tranquila o que mais cansou foi o sol, estava um dia lindo e sem nuvens.

Trilha Cachoeira Tabuleiro

No começo da trilha, olha que vista show!

 

Depois da trilha de terra começamos a andar pelas pedras, por onde descer o rio que nasce da cachoeira, o caminho de sobe e desce das pedras é cansativo, quando se esta fora de forma. A paisagem estava cada vez mais linda e foi ai que nos deparamos com um enorme poço, de água escura, formado da imponente queda da água.

Poço formado pela Cachoeira do Tabuleiro

Poço formado pela Cachoeira do Tabuleiro

Ficamos realmente impressionado com tal beleza. Era de ficar olhando, olhando e olhando. Sem palavras. O lugar estava vazio, havia apenas 2 meninas e antes de nós partirmos chegou um cara. Aproveitamos bem o lugar, levamos comida e suco para comer por lá. Ficamos algumas horas ali. O Marcos nadou, a água estava muito gelada e eu só fiquei no pezinho… hehehe Não sou muito fã de água fria…. hehehe

Vista de baixo da Cachoeira

Vista de baixo da Cachoeira – época de seca é assim.

A trilha de volta foi mais cansativa e isso era uma ótima desculpa para parar, descansar e olhar para trás. Ter a certeza de ter gravado bem essas imagens da natureza.

a cachoeira do tabuleiro

A cachoeira do Tabuleiro, nos lembra um Coração

Assim que chegamos no estacionamento fomos pegar a roupa e tomar um banho nas duchas deles. Refrescados ficamos batendo um papo com as meninas que conhecemos lá no poço, a Eliane e Luciana, As Sementeiras.Elas também estão na estrada, largaram tudo que tinham para viver a vida do jeito delas. Clica aqui e saiba mais sobre esse estilo de vida.

Depois de muita conversa decidimos ficar no mesmo camping que elas, já era tarde para pegarmos o carro e dormir sabe lá onde. O camping era básico, não havia um nome, era no terreno ao lado da casa do dono. Havia um lugar abrigado para cozinhar, banheiros e muito espaço para escolher onde armar a barraca (pagamos R$ 15,00 por pessoa).

Acomodados e barraca pronta fomos atrás de comprar comida, ainda era cedo, mas já poderíamos adiantar para deixar tudo mais tranquilo. Sem falar que nessas cidades pequenas o comércio fecha bem cedo, nada de mercado aberto depois das 20h. 🙂

Amanhã acordaremos cedo e seguiremos para Diamantina, nossa última parada da Estrada Real.

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2 Comments

  • Reply Sergio ReOli 6 de January de 2016 at 14:08

    Realmente é incrível seja por cima ou por baixo, creio que fui eu “0 cara” comentado quando vocês estavam de saída.
    Parabéns pelo blog.
    Abraço.

    • Reply Marcos 20 de January de 2016 at 14:29

      Valeu Sergio. Acho que era você mesmo! Nos vemos pela estrada, retomaremos nossa viagem ainda esse ano!
      abraço

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